Faz um tempinho que nós mulheres estamos mudando o mundo. E mudar o mundo significa PODER. Em geral estudamos mais, trabalhamos mais e somos mais organizadas. E organização nesse mundinho globalizado (ou bagunçado) de hoje é tudo. Sem feminismos, afinal o feminismo é apenas o machismo de saias. Leiam essa matéria. Mulheres no Comando
As mulheres contemporâneas estão cada vez mais desempenhando funções em qualquer profissão. Seja em operações policiais ou administrativas, elas conquistam o espaço com competência e muito profissionalismo. A "profissão perigo" torna-se gratificante à medida que vão se destacando na corporação.
Acabar com preconceito machista que “lugar de mulher é na cozinha” não é uma tarefa muita fácil de encarar, pois as mulheres estão se capacitando cada dia mais para o mercado de trabalho. Pois o direito de igualdade em meio a tantas batalhas que se fizeram necessárias para essas conquistas, não está ligado ao fato de superar o sexo masculino, e sim desfrutar dos mesmos espaços. Hoje no Estado do Acre, esse crescimento profissional e pensamento machista que as mulheres não têm competência de exercer funções na polícia está sendo abolido. Prova disso que hoje uma mulher ocupa um dos cargos mais alto da corporação, de tenente-coronel da Polícia Militar.
A tenente-coronel Francisca Margarete de Oliveira foi uma das pioneiras no setor militar. Segundo ela, a ocupação profissional foi resultado de uma batalha de longos anos, pois no início da carreira as policiais tiveram que conquistar seu espaço em tudo - nos uniformes, nos quartéis que não estavam estruturados para elas. E tinham ainda que superar o autoritarismo machista de seus superiores.
"Assumimos a profissão por amor, ser policial não uma profissão masculina, mas humana. Conquistar o direito de igualdade não foi fácil. Estou há vinte três anos na Polícia Militar, passamos por muitas etapas antes do mérito do reconhecimento, superamos a fase de figurantes de eventos cerimoniais do Estado, para atuar com a mesma competência dos colegas policiais nas rondas e ocorrências das ruas. Não existe mais a diferença entre os homens e as mulheres na corporação. Os obstáculos desaparecem diante da coragem e da vontade de crescer”, ressalta.
Na década de 80, um dos grandes desafios das mulheres era ingressar na Polícia Militar, por ser uma das profissões mais masculinas no Estado. Treinadas para ser fortes e corajosas, elas foram se destacado em todos os setores da polícia. Existem hoje sete mulheres no Comando de Operações Especial (COE) - duas atuam no serviço externo, atendendo ocorrências e ronda nos bairros da capital.
“Agimos com superioridade numérica, seguimos a doutrina do trabalho conjunto, dificilmente a policial atua sozinha em alguma ocorrência, o trabalho de equipe impõe respeito, pois a segurança é essencial na nossa profissão”, afirma Sandra Regina, sargento do Comando de Operações Especiais.
Não é fácil ser mulher em um mercado extremamente masculino, O conservadorismo hierarquista dos quartéis nos dias atuais ainda se faz presente, mas a conquista delas e o reconhecimento vêm abolindo ou mesmo reprimindo situações machistas dentro da corporação. A começar por cargos oficiais, que antes eram alcançados somente pelos homens.
Fonte :http://www.meionews.com.br/index.php/noticias/24-brasilespecial/2280-mulheres-no-comando.html
better hihihih
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